
Enfim... pegamos aquela sessão das 11 e pouco da noite, sem molecada e totalmente tranquila. Parecia o plano perfeito não fosse o projetor dar pau antes mesmo de iniciar o filme - se bem que, se eu tivesse visto um tequinho e não pudesse continuar ficaria mais brava ainda.
Aí entrou o gerente da budega e explica que nós, pobres azarados, poderíamos assistir o filme da sala da frente, "Déjà Vu", ou poderíamor trocar nossos ingressos para voltar outro dia. maridão e eu optamos por voltar ao cinema outro dia e levar conosco o balde de pipoca que já háviamos comprado, então descemos até a bilheteria e, como desgraça pouca é bobagem (ai que exageroooo), estava uma chuva torrencial (sem exagero).
Eu, de sandalinha rasteira, já apertei o braço do Renato como se ao ver toda aquela água fosse tomada por pânico repentino e disse: "Ok, "Déjà Vu", e subimos novamente a escadinha para a sala, sorrimos amarelo pro menininho da porta e entramos.
Ô óidio... antes tivesse me molhado para chegar ao carro, mas com a oportunidade de voltar ao cinema do que visto o raio do filme com Denzel Washington, que é ótimo e eu o adoro como bad boy em "Dia de Treinamento", entre outros Blockbusters.
O filme é maluco. Não maluco maluco, porque eu gosto de filmes malucos, mas é irreal demais para uma película de ação. Sabe aquele filme que tem uma ótima sinopse mas parece que não evolui? Então... déjà vu. Ele se explica, te desperta o interesse e se contradiz. Tudo isso em duas horinhas. Pouco tempo e muita viagem.
Para mim, o filme MUITO BOM tem que ser inteligente, emocionante, me fazer pensar em algo e me surpreender. Renato gostou. Ficou o tempo todo tenso e isso para ele já basta. Aliás, filme bom para ele tem que: 1- mantê-lo acordado, 2- ter cenas de ação e perseguição e/ou 3- fazê-lo dar algumas risadas. E os três fatores nem precisam estar juntos. Se ele fosse jurado do Oscar talvez os prêmios fossem mais justos! hahaha.